Posts de Maio, 2007

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Dia Mundial sem Tabaco

Maio 31, 2007

  “O cigarro foi, por muitos anos, um símbolo de luxo, satisfação e status social. Sua venda é motivada pela exploração de uma imagem estratégica, em promoção de festas, concertos e eventos esportivos, sempre ligada ao que está na moda”.

 

Desde criança, sempre odiei a fumaça do cigarro. Fedorenta, me sufoca um pouco, além de inconveniente. Adolescente gosta de experimentar coisas novas, acha que está abafando. Numa linda noite peguei um maldito e tentei fazer-alguma-coisa com ele, mas nem tragar eu consegui. Ainda bem, pois hoje sei seus malefícios para quem fuma e para quem está perto também (fumante passivo).

O que não falta são panfletos, cartazes e fotos (bem chocantes, alias) divulgando isso. Então, não é por falta de informação que as pessoas continuam a fumar.

“No Brasil, estima-se que cerca de 200.000 mortes/ano são decorrentes do tabagismo (OPAS, 2002). De acordo com o Inquérito Domiciliar sobre Comportamentos de Risco e Morbidade Referida de Doenças e Agravos Não Transmissíveis , realizado em 2002 e 2003, entre pessoas de 15 anos ou mais, residentes em 15 capitais brasileiras e no Distrito Federal, a prevalência de tabagismo variou de 12,9 a 25,2% nas cidades estudadas. Os homens apresentaram prevalências mais elevadas do que as mulheres em todas as capitais. Em Porto Alegre, encontram-se as maiores proporções de fumantes, tanto no sexo masculino quanto no feminino, e em Aracaju, as menores. Essa pesquisa também mostrou que a concentração de fumantes é maior entre as pessoas com menos de oito anos de estudo do que entre pessoas com oito ou mais anos de estudo. Em relação à prevalência de experimentação e uso de cigarro entre jovens, de acordo com estudo realizado entre escolares de 12 capitais brasileiras, nos anos de 2002-2003 (Vigescola ) a prevalência da experimentação nessas cidades variou de 36 a 58% no sexo masculino e de 31 a 55% no sexo feminino, enquanto a prevalência de escolares fumantes atuais variou de 11 a 27% no sexo masculino e 9 a 24% no feminino.”

 

Dia 31 de maio – Dia Mundial sem Tabaco

Aproveite para tentar parar de fumar! (E não faça parte de mais uma estátistica!)

:)

 

 Visite: Tabagismo – INCA

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Futuro

Maio 30, 2007

De repente abriu aquele sorriso, como há muito tempo não fazia. Correu, pegou uma tesoura e cortou a carta com todo o cuidado, ainda deu aquela olhadinha contra a luz para se certificar de onde cortar. Rapidamente, abriu e devorou seu conteúdo como se estivesse à beira da morte e ali, naquela carta, estivesse todo o alimento necessário para sua sobrevivência.

Então o sorriso persistiu em seu rosto, fixado, fez questão exibí-lo. Não era à toa, acabara de receber uma carta que mudaria sua vida: um convite e uma passagem de avião. Só de ida. Com o futuro em suas mãos, não pensava em outra coisa a não ser fazer sua mochila, colocá-la nas costas e partir. Nada poderia prendê-la.

Pensando em tudo; no frio, na força de vontade, na luta para “sobreviver” e até na hipótese de ficar sem lugar para dormir, ela aceitara tudo e não recusara esse convite de sua melhor amiga para ir à Europa. De mochileira, como sempre sonhara. Só teria que passar por cima de seus pais, conservadores, que acham mais importante estudar sentada numa cadeira ouvindo o professor do que vivenciando uma experiência única.

Não era uma das melhores alunas, mas esforçada. Depois de alguns tombos tomara vergonha na cara e então, começara a estudar como nunca, disposta a mostrar do que era capaz. Mas quem ela realmente era nunca teve a oportunidade de mostrar: uma menina que queria viver na aventura, ajudando aos outros e dependendo da ajuda deles também. Uma troca justa. Gostaria de provar que nem tudo na vida é gerado em torno do dinheiro, mas na sociedade atual era praticamente impossível.

Então decidiu: falaria com seus pais logo pela manhã, bem cedinho, dando tempo para eles pensarem e se organizarem. Aliás, organização não era seu forte, era necessário pensar com calma para que tudo desse certo. O que falar com seus pais? O dinheiro pagaria sua hospedagem por 10 dias. Difícil eles aceitarem.

Com 22 anos, respeitava mais que tudo aos seus pais. Eles a criaram de uma forma que só tens a agradecer. Por mais que financeiramente independente, ainda moravam juntos e satisfação se fazia necessária para uma boa convivência. Trancar a faculdade, abandonar o emprego e ir em busca de algo para aprender em outro país, do outro lado do oceano, não é tão simples.

Acordou com receio, mas foi, com toda sua paciência, dar a notícia para eles. A princípio, lutaram contra essa idéia julgada maluca por eles mesmos, mas viram que não havia mais jeito. Desde os 18 anos falando sobre isso, não teriam como segurar essa menina em casa.

Liga para a amiga, corre, pega a escova de cabelo para colocar na bolsa, junto com a manteiga de cacau, corre, olha a passagem. No relógio, 16h30min, estava atrasada. Encontrou-se com sua amiga na porta do aeroporto e até fotos tiraram. Felizes, agora as duas, cada uma com o seu sorriso, mas aquele sorriso único. De um sonho se realizando.

Embarcaram…

 

 

 

 

Esse texto já foi postado no meu blog antigo, mas continua sendo muito válido.

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Eu corro e você?

Maio 29, 2007

Sempre temos “rituais” para fazer seja-lá-o-que-for e nem nos damos conta disso, muitas vezes pelo costume, pela rotina adquirida.

Não há explicação, mas meus pensamentos fluem melhor com um papel e caneta na mão do que o Word e o teclado. Então antes de escrever, seja um bilhete ou uma carta para amiga, namorado e até esse post, pego minhas ex-xerox da faculdade que agora é um ótimo rascunho, uma caneta qualquer no estojo e deito, confortavelmente, na minha cama. Deito e percebo que as idéias têm mais facilidade de aparecerem quando estou deixada. Quando vou dormir, vendo um filme, escutando música ou olhando o teto, basta estar deitada.
Modéstia a parte, até a minha letra fica mais bonitinha quando estou deitada.

O meu avô que era engraçado acabava de almoçar, pegava sua fatia de melancia e sentava no quintal. Comia enquanto jogava alguns caroços no canteiro onde o Dog (nome mais criativo que já demos a um cachorro) ficava tentando pegá-los.

Ou a minha avó que todo dia, nas férias, corria com um cabo de vassoura atrás de mim e do meu primo. Afinal, aprontar era nosso “ritual” preferido.

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Leia e reflita.

Maio 28, 2007

“Ser objeto de elogios não traz nada de concreto; não atrai sorte para as pessoas, nem as faz viver mais tempo. Se tudo o que você procura é o prazer fugaz, então basta fazer uso de drogas. ainda assim, muitas pessoas investem grandes quantias e até mesmo enganam os próprios amigos na busca de prestígio.

Não pode haver estupidez maior. Na verdade, prestígio e fama são de pouca valia nessa vida e na vida futura não servem para nada. Ficar feliz por ser famoso ou infeliz por ser criticado não tem qualquer significado.”

Dalai-Lama

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Boo!

Maio 27, 2007

Surpreender

v. refl.,
espantar-se;
admirar-se.

Bom de praticar, melhor ainda de receber.

Não digo aquelas surpresas planejadas onde a maior parte da sensação fica na pessoa que recebe, deixando para a pessoa que pratica apenas a felicidade de ver a outra feliz.

Incrível mesmo é quando você surpreende alguém e fica surpreso por ter surpreendido. Complexo? Um pouco! Mas nada que ultrapasse a beleza de ser surpreendido.

Quantas vozes você já fez algo tão banal na sua concepção, mas que deixou muitos boquiabertos?! Que delícia!

Ser notado, ser diferente e, muitas vezes, servir de exemplo. Quem não gosta?

Surpreendam-se todos os dias e fiquei com a aquela cara de bocó característica para ver se vocês não se sentirão bem.

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Vai estrelinha, agora com a mão no joelinho!

Maio 27, 2007

Lou (pulando e cantando): Pula, pula estrelinha…
Eu: Ah, não vou pular não…
Lou:
É, até porque não é “pula”, é “brilha”.
Eu: Pois é.

Lou: Samba samba estrelinha…

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Domingo: dia da mesmice.

Maio 20, 2007

Nunca tem nada interessante para fazer e todo mundo opta por fazer aquilo que fazem todos os domingos: nada. Pior mesmo quando é um domingo de chuva.

Porque sábado chuvoso é suportável. É sábado! As pessoas ainda estão animadas e sempre tem como arrumar um lugar legal para ir com amigos (nem que sejá passar no Bob’s da esquina da sua rua para engordar um pouco).

Mas e no domingo?

“Calma, calma! Não priemos cânico”, já dizia o Chapolin. Inarinha aqui tem a solução:

Programação de um domingo chuvoso

10:00 – É, eu deixo vocês acordarem as 10. É, domingo, está chuvendo, dá preguiça… Ok. Mas trate de ir direto para o banho tirar essa preguicinha porque hoje eu arrumo alguma coisa para você fazer. Tome café, relaxe e vamos que vamos!

11:00 – Lembra daquela gaveta entulhada que é capaz de você encontrar até sua mãe dentro dela?! Então, vá arrumá-la! Arrume seu armário também, aproveite para separar as roupas que você não usa mais (aceito doações).

12:30 – Não sabe conzinhar?! Chegou a hora de aprender!!! O que custa tentar fazer um arroz ou pelo menos ajudar a pobre criatura que faz sua comidinha todos os dias?!

14:00 – Moleza pós-almoço? A-há! Leitura!!! Sempre temos algo para ler… Aquele livro que você está enrolando tem um mês, o jornal de hoje, seus e-mails.

Pronto, já passamos da metade do dia e você nem percebeu.

15:30 – Filmes! Sim! Ótima opção para domingo chuvoso. Ligue para locadora, chame seu namorado (a) e aproveite o que tem de melhor em assistir um filme debaixo do edredom. Não namora? No problem! Amigos também são ótimas companias. Ah! Eles também estão com preguiça? Tá tá… Aposto que o chocolate quente vai ajudar neste caso!

18:00 – Filme acabou, você já leu, já arrumou suas coisas. E agora? Agora é a hora de você pertubar alguém! Converse! Não importa com quem, até com seu cachorro!! Aliás, vá brincar com ele! Ele também sente falta disso!

19:30 – Ok. Eu deixo você assistir televisão. Mas antes tome um banho para fazer uma hora. Porque Faustão eu não deixo não!!!

Pronto! Fica ae vendo TV ou, se você for que nem eu que odeia esse aparelho, use seu computador!

 

Um domingo inteirinho aí para você se divertir. Só aprender a aproveitar!

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Aqui e agora.

Maio 20, 2007

Mudei de cara e de domínio também.

Blog novo. Vida nova, será?