Posts de Junho, 2007

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Eu ri!

Junho 30, 2007

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Seu dia de 30 horas para sonhar mais…

Junho 29, 2007

Crer que cada dia que passa é um a menos de vida é para corajosos. Encarar cada minuto dessa maneira um tanto quanto pessimista seria como tirar um pedaço de seu corpo de tempo em tempo até que você não possua mais nada e simplesmente suma.

 

Sem querer generalizar tanto, mas já o fazendo, cada um tem seu ritmo e com certeza ele é mais lento do que todas as coisas que se deve fazer entre cada nascer do sol. Quem nunca reclamou que 24 horas não bastam num dia ou preferiam não precisar dormir e assim realizar todas as tarefas?

 

Organizar um horário para seu dia nem sempre funciona. Rotina é desgastante e sempre buscamos fugir dela. A mente pode (e, na maioria das vezes, deve) estar a mil, borbulhando pensamentos e idéias, mas manter uma vida saudável com uma rotina para seu corpo é muito importante. Parece complicado mas com um tempo e o costume torna-se a “coisa” mais normal do mundo.

 

Porém, nada adianta ter o corpo mais saudável do mundo e a mente não. Encarar a vida esperando sempre pelo dia de amanhã, contar sempre com ele e esperar o melhor que possa vir dele para aproveitar ao máximo. Pensar sempre que não se perde o dia de ontem, e sim, que ganharás um novinho amanhã para fazer tudo aquilo que não deu tempo hoje.

 

 

 

Apesar de que, não reclamaria nem um pouco se tivesse um dia de 30 horas e assim poder dormir um pouco mais!

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Terapia Ocupacional da Mostarda

Junho 28, 2007

Estourar plástico-bolha é muito bom. Você tem uma ótima sensação de poder… Os barulhinhos tranqüilizam… Só quem aprecia essa arte entende. Mas, quando você menos espera, acaba. Até que se compre algo relativamente frágil, sua agonia reinará.

Onde quero chegar?

Hoje, devido a escassez de alimentos in my home, fui comer no Bob’s e recebi os famosos saches de catchup e mostarda.
Foi então que descobri a maravilhosa  – nome dado com muito carinho por mim mesma.

- Nossaaaaaaaaaaa, como é bom ficar apertando esse treco!

Para usufruir dessa terapia, pegue seu sache com as duas mãos, cada uma de um lado. Mantenha seu “mata-piolho” na parte inferior e o “fura-bolo” na superior. Agora é só pressioná-los em tempo distinto e pronto!

Eu preferi fazer com a Mostarda porque mais molinha. Mas o Catchup também pode ser utilizado.

E o melhor: brincadeirinha que não acaba nem se perder o prazo de validade.

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Uma desordem organizada. Ou seria uma ordem desorganizada?

Junho 23, 2007

Após uma grande pesquisa sobre a Teoria do Caos para um trabalho da faculdade cheguei a conclusão que, além do universo, eu sou um caos também.

Para quem não sabe, a teoria se baseia na idéia de que toda desordem possui uma ordem e uma ordem, uma desordem.

Ignorando as questões matemáticas e físicas que envolve o assunto, um dos melhores exemplos que li para explicar isso foi:

“uma pedra atirada numa piscina, as ondas geradas na queda da pedra se propagam até as margens, refletem e retornam, cruzando-se entre si e, portanto, interagindo. Continuando novamente as ondas vão às margens, porém, já distorcidas devido às reflexões anteriores e às interações ocasionadas pelos cruzamentos entre si. Neste momento começam já a ocorrer alguns movimentos aparentemente caóticos, porém ainda previsíveis porque são padrões cíclicos das ondas. Mas se começarmos a jogar pedras aleatoriamente na mesma piscina, quanto mais jogarmos, mais caótico será o padrão das ondas na superfície. Imaginemos agora que no fundo desta piscina exista areia finíssima, apesar dos movimentos aleatórios na superfície, no fundo haverá determinados padrões na areia, caóticos sim, mas seguirão a um padrão de ondas de diversas formas, tamanhos, alturas, estas mudarão à medida que a superfície muda, porém apesar de todo o caos dos movimentos, é reconhecido um padrão cíclico.”

Pois bem, eu, Inara, mera estudante e aspirante a adulta, sou um caos. Chegar a essa conclusão não é fácil e eu já estou vendo borboletinhas na minha cabeça (ou seriam macaquinhos?)

Entenda essa piada infame aqui.

Todos os meus pensamentos se confudem, diante de muitas opções a bagunça está feita. Indesição é meu forte e (infelizmente) não posso negar. Mas de uma coisa eu tenho certeza: mesmo assim, faço decisões conscientes e satisfaço minhas espectativas! ;)

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Sonho brasileiro?

Junho 22, 2007

Uma das maiores preocupações de jovens como eu, de classe média, sendo ela alta, média ou baixa, é ser incorporado no mercado de trabalho. Agora eu pergunto : “E se depois de formado e pós-formado, estiver desempregado?”. Não há solução muito lógica para entender como diplomados chegam a concursarem postos públicos como garis para tentarem sobreviver na econômia pífia nacional. É tanto medo da nossa classe que muitos já alegam querer abandonar o país por falta de perspectivas.

Eu, por exemplo, sou um deles. Receio que o mercado nacional estará cada vez mais escasso e os salários cada vez mais ridículos. Qual a solução? Sair do país para ganhar a vida fora. E muitos outros da minha idade e classe social dividem essa mesma opinião. Temos patriotismo fraco ou nulo, dependendo boa parte das vezes do dinheiro dos pais e cursando uma faculdade já anseando pra o seu diploma ser preparado. Muitos de nós começamos a nos acomodar e depois quando saímos da universidade, o mundo é cruel e emprego que é bom, não há.

Não pertencemos ao Brasil. E muitos de nós nem sequer temos essa responsabilidade social e econômica com esse país. Política? Nossas cabeças continuam tão vazias de política quanto há 20 anos atrás. Há uma inércia fortíssima e anestesia geral da classe média. Somos nós que damos esmola pro mendigo que na outra esquina ele pode nos assaltar.

“Verás que o filho teu não foge á luta” é um dos exertos do nosso hino nacional. Francamente, nem mesmo aqueles que tem educação de alto nível nesse país acredita que, se um dia tivermos uma guerra haverá realmente “voluntários” para lutar pela nossa pátria. Acho ainda mais difícil alguem com esse mesmo nível cultural compreender e aceitar com seriedade o que o nosso hino tem a dizer.

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O que é viver, afinal?

Junho 10, 2007

Ainda sou um feto. O dia que eu tiver experiências o suficiente para falar “eu nasci”, estarei morrendo.

 (eu mesma)

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Fronha

Junho 9, 2007

Sempre achei a palavra fronha engraçada. Fronha. Repete comigo: 

- Froooooonhaaa

Hahahahaha É engraçada!!!  

Ceroula, gorgonzola, moribundo, nauseabunda, lambisgóia, ventoinha, ventoinha, ventoinha, ventoinha, ventoinha… 

Hahahahahahaha

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Eu parei ou o mundo está rápido demais?

Junho 8, 2007

Depois do almoço, o telefone toca.

-Tá afim de sair hoje?

- Ih… Nem tô com vontade.

- Que isso! Para! Vamos para e se lá tiver ruim vamos para Tal-lugar.

- Hum. Será que vai encher?

- Claro!!! Todo mundo indo para lá!

- Ah, então eu não vou não.

- Ai, sua velha!!!

Logo após, outra ligação.

- Alô?! É da Escola Blá Blá Blá?

- Não é não, você discou errado.

- Quê?

- Você discou errado!

- Ah?

- FOI ENGANO!

- Ah! Desculpe, viu?!

Realmente, estou velha. Só eu falo discou enquanto todo o mundo só aperta os botões.

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Namaste

Junho 3, 2007

A palavra Namaste (pronuncia-se Namastê) é composta de duas palavras sânscritas: Nama (reverência, saudação) e Te, que significa você. Uma tradução poderia ser: “uma saudação reverencial ao seu eu interior”, ou “o deus que há em mim saúda o deus que há em ti”.

Essa saudação invoca a percepção de que todos compartilhamos da mesma essência, da mesma energia e, portanto, não há distinção ou competitividade entre os praticantes.

O gesto do Namaste, conhecido pelos budistas como Anjali mudra, consiste no simples ato de juntar as palmas das mãos ante o coração (ou mais precisamente o chakra do coração), e inclinar levemente a cabeça. Metaforicamente, os cinco dedos da mão esquerda representam os cinco sentidos de karma, enquanto os da direita representam os cinco órgãos do conhecimento. Significa então que mente e coração devem estar em harmonia, para que nosso pensar e agir estejam de acordo com o Dharma. Também é um reconhecimento da dualidade que existe no mundo e sugere um esforço de nossa parte para trazer essas duas forças unidas em equilíbrio.

Contando os dedos, um total de dez é alcançado. O número dez é símbolo da perfeição, da unidade, em todas as tradições antigas. As dez Sephiroth na Árvore da Vida, os dez Mandamentos, o símbolo da criação no sistema de Pitágoras e o número do equilíbrio perfeito para os antigos Chineses.

 Fonte: Saindo da matrix (com mais algumas considerações minhas).