Que rujam os tambores, soltem os cachorros e gritem desesperadamente porque… tchantchantchaaan… Eu voltei! Tudo bem, exagerei, aceito um “ah, que legal, você voltou.”
Aquele momento anterior de eu-preciso-escrever-para-não-esquecer-o-português passou, eu venho cada vez mais me empenhando em leituras e até cursinhos de gramática pela internet para que isso não aconteça. Ter uma prova em pleno domingo tediante também é um bom motivo.
A verdade seja dita, por mais que tenha ficado uns quatro meses longe desse mundo virtual, eu gosto de escrever. O tantão de e-mails que escrevi dava para lotar seis meses de blog. Ok, exagerei de novo.
Mas eu gosto de escrever sobre qualquer coisa aleatória.
Como a aula totalmente aleatória de probabilidade ontem o professor só falava sobre uma tal variável aleatória.
Ou então o senhor bom samaritano que me deu remédio no ônibus porque estava tossindo muito. Ou o menino que falou: “obrigada senhorita” para mim porque segurei a mochila dele. Ou a ‘senhorita’ que me ofereceu água porque estava tossindo muito também.
Inclusive, tudo isso aconteceu no ônibus, eu poderia escrever um blog só sobre histórias de ônibus. O único problema é que o assunto ficaria muito restrito e eu gosto de variedades, mudanças, assuntos aleatórios.
Muita aula de probabilidade na minha cabeça, se eu falar de distribuição uniforme, gama, Bernoulli não se assustem.
Parei. Os tambores já estão de ‘saco cheio’ e vocês leitores também.
Então é isso. Blog de novo, textos malucos no estilo eu-estou-falando-com-os-leitores como esse de novo e ainda continuarei chamando vocês de leitores como o Maurício de Souza me chamava quando eu lia os gibis da Turma da Mônica. Sempre gostei disso. Dos gibis. De chamar de leitores também.
Bye-bye.