Posts de Maio, 2008

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Google-me

Maio 31, 2008

Tenho quu adimitir: sou viciada nos serviços do Google. Cada dia eu descubro mais alguma coisa interessante.

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Compro memória

Maio 27, 2008

Nada de 1 giga, nem 1 tera adiantaria. Preciso de memória para minha cabeça mesmo, alguém vende? Posso pagar com um rim, ele funciona direitinho.

Estou com a incrível capacidade de criar idéias maneiríssimas, que resultariam em textos tão maneiros quanto. Legal não? Mas não lembro. É, nunca lembro de nada. Quando sento para escrever: cadê?! Evaporou do pensamento!

Meus problemas acabaram (espero), comprei um caderninho. Agora sempre que tiver a idéia, não importa onde, pegarei meu caderninho e escreverei.

Só lembrar de carregar sempre ele… Ou de escrever.

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Comer para crescer e ficar fortinho!

Maio 25, 2008

Gosto muito do Outuno/Inverno carioca. Inicialmente porque não faz frio o suficiente para você ter aquecedores dentro de casa e se trancar nela. A temperatura fica ideal, friozinho gostoso, o Sol até arriscando umas aparições e se torna muito bom ficar sob seus raios.

Mas o que mais me atraí nessa época são as comidas. Sim, comer é muito bom e eu não poupo esforços para degustar aquilo que me dá prazer. Mesmo que depois eu fique com vontade de quebrar a balança em trocentos pedaços iguais.

Pergunto-me o que eu fiz para merecer isso: minha mãe fez espiga de milho e pinhão hoje. Tudo junto e tão misturado que estou devorando tudo.

Saudade eu tenho é das festas de rua (aquelas sem desfile de moda e funk). Crianças vestidas de caipira, com estalinhos dando sustos em todo mundo. Pescaria e as barraquinhas de comidas e bebidas. Ahhh… As comidas! Cuscuz, espiga de milho, sopa de ervilha, pé-de-moleque, cocada, quentão…

Não vejo a hora de pegar meu casaquinho e esperar junho/julho chegar!

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Bagunça organizada

Maio 22, 2008

Toda casa que se preze tem um quarto da bagunça. Quando não é o seu próprio quarto, existe um projetado exclusivamente para tal.

Todas as tralhas que você não quer mais espalhadas pela casa são encontradas nesse tal quarto. É um cômodo um tanto quanto obscuro, porque nunca sabemos o que pode ser visto/ouvido/sentido por lá.

O pior acontece quando você decide arrumar todas as tralhas, ver o que vale a pena continuar lá ocupando espaço ou não. Sai perna de boneca (algumas vezes a boneca inteira), desenhos liiindos de quando você estava aprendendo a segurar no lápis, desenhos e rabiscos igualmente lindos de quando você já sabia segurar no lápis, porta-retratos quebrado, pastas e mais pastas, livros, canetas/lápis até dizer chega, além de bichos das mais variadas espécies.

Por essas e outras que de vez em quando é bom dar uma organizada na bagunça e se livrar de algumas coisas, colocar para reciclar outras. E é exatamente isso que estou tentando me preparar para fazer, arrumar o quartinho.

Espero que o saldo disso seja positivo. Veremos.

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Caxias não, só gosto de educação.

Maio 21, 2008

Sempre admirei pessoas educadas, não aquelas politicamente corretas ou “caxias”. Educadas ao ponto de pedir licença ou agradecer, chamar de senhor/senhora/senhorita e esperar a hora de falar.

Quer me deixar desgostosa da vida? Só me empurrar para entrar primeiro no vagão do metro vazio ou passar por cima do meu prato para poder se servir de mais comida numa mesa de jantar. Sabe quando você se oferece para segurar a bolsa/pasta de alguém que está em pé no ônibus? Só não me agradecer por isso que eu fico sem a mínima vontade de oferecer meu querido colo para a próxima bolsa.

São atos tão simples que deveriam estar inseridos na educação de qualquer pessoa.

Outro dia recebi um “obrigada senhorita” que fiquei feliz o dia inteiro, o melhor é que não foi de nenhum senhor, foi de um ‘menino’ que deveria ter a minha idade ou, talvez, um pouco mais. Não é encantador?

Não é ser caxias, é apenas zelar por um mundo mais educado.