Arquivo da categoria ‘ciência’

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Cores

Outubro 10, 2007

“Uma rosa vermelha absorve todas as cores, menos a vermelha;
Vermelha, portanto, é a única cor que ela não é.
Essa Lei, Razão, Tempo, Espaço,
toda Limitação, cega-nos à Verdade
Tudo o que sabemos sobre o Homem, Natureza, Deus,
é apenas aquilo que eles não são;
é aquilo que rejeitam como repugnante.”

Aleister Crowley

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Nem tudo são números…

Julho 8, 2007

Eis que uma estudante de exatas pega uma eletiva que ensina o método científico a partir da visão mais “filosófica”…

 

METODOLOGIA CIENTÍFICA

A metodologia científica teve início no pensamento de Descartes, antes disso, toda verdade era revelada. A religiosidade impunha o correto e enquanto fazia sentido era aceito pela sociedade. A partir do momento que abusos religiosos surgiram, esse caminho passou a ser questionado.

Coube ao homem a busca pela compreensão e determinação da verdade acerca de sua existência. Podemos perceber essa busca em diferentes períodos de sua trajetória. Diversos tipos de conhecimentos foram surgindo, além dos grandes pensadores e, com eles, muitos movimentos de gerar uma realidade e aplicar suas teorias.

Descartes propôs chegar à verdade através da dúvida sistemática e da decomposição do problema em pequenas partes, características que definiram a base da pesquisa científica. Depois, Karl Popper demonstrou que o cientista deve trabalhar com o falseamento, ou seja, deve fazer uma hipótese e testar suas hipóteses procurando não provas de que ela está certa, mas provas de que ela está errada.

Thomas Kuhn percebeu que os paradigmas são elementos essenciais do método científico. Mais recentemente o filósofo francês Edgar Morin propõe, no lugar da divisão do objeto de pesquisa em partes, uma visão sistêmica, do todo (Teoria da Complexidade).

Podemos dizer que o modelo científico foi a resultante de um processo longo e historicamente mais rico de descobertas e de grandes filósofos. O modelo científico descarta qualquer conhecimento anterior e é determinante para o desenvolvimento da verdade, se baseado na realidade.

 

O MÉTODO CIENTÍFICO

Método científico pode ser entendido como um conjunto de regras básicas das quais se utiliza para chegar ao conhecimento. Ele consiste na observação, experimentação, integração de dados e na formulação de teorias que expliquem os aspectos da natureza observados, baseados no uso da razão.

No método científico, a hipótese é o caminho que deve levar à formulação de uma teoria. O cientista tem dois objetivos: explicar um fato e prever outros acontecimentos decorrentes dele, deduzindo suas conseqüências. A hipótese deverá ser testada em experiências e se, após muitas destas, os resultados obtidos não contrariarem a hipótese, então ela será aceita como uma teoria. Isto pode ser mais complexo quando engloba não apenas a dedução de hipóteses, mas também a produção de teorias com múltiplas hipóteses.

Além disso, quando se tenta provar a validade de uma teoria, deve-se fazê-lo, fornecendo as etapas bem definidas que, se seguidas por qualquer pessoa, deverá conduzi-la a resultados idênticos. Nenhuma ciência apresenta verdades absolutas, mas previsões que são aceitas, enquanto não forem desmentidas pelos fatos.

Desta forma, as teorias científicas que hoje são apresentadas e plenamente aceitas pela comunidade científica, poderão no futuro, após investigações mais criteriosas, ser rejeitadas por se basearem em premissas falsas.

 

“Método centífico é a maneira sistemática de explicar aquilo que ninguém entende.” – por alguém no google.

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Eu ri!

Junho 30, 2007

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Uma desordem organizada. Ou seria uma ordem desorganizada?

Junho 23, 2007

Após uma grande pesquisa sobre a Teoria do Caos para um trabalho da faculdade cheguei a conclusão que, além do universo, eu sou um caos também.

Para quem não sabe, a teoria se baseia na idéia de que toda desordem possui uma ordem e uma ordem, uma desordem.

Ignorando as questões matemáticas e físicas que envolve o assunto, um dos melhores exemplos que li para explicar isso foi:

“uma pedra atirada numa piscina, as ondas geradas na queda da pedra se propagam até as margens, refletem e retornam, cruzando-se entre si e, portanto, interagindo. Continuando novamente as ondas vão às margens, porém, já distorcidas devido às reflexões anteriores e às interações ocasionadas pelos cruzamentos entre si. Neste momento começam já a ocorrer alguns movimentos aparentemente caóticos, porém ainda previsíveis porque são padrões cíclicos das ondas. Mas se começarmos a jogar pedras aleatoriamente na mesma piscina, quanto mais jogarmos, mais caótico será o padrão das ondas na superfície. Imaginemos agora que no fundo desta piscina exista areia finíssima, apesar dos movimentos aleatórios na superfície, no fundo haverá determinados padrões na areia, caóticos sim, mas seguirão a um padrão de ondas de diversas formas, tamanhos, alturas, estas mudarão à medida que a superfície muda, porém apesar de todo o caos dos movimentos, é reconhecido um padrão cíclico.”

Pois bem, eu, Inara, mera estudante e aspirante a adulta, sou um caos. Chegar a essa conclusão não é fácil e eu já estou vendo borboletinhas na minha cabeça (ou seriam macaquinhos?)

Entenda essa piada infame aqui.

Todos os meus pensamentos se confudem, diante de muitas opções a bagunça está feita. Indesição é meu forte e (infelizmente) não posso negar. Mas de uma coisa eu tenho certeza: mesmo assim, faço decisões conscientes e satisfaço minhas espectativas! ;)