Arquivo da categoria ‘cotidiano’

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Comer para crescer e ficar fortinho!

Maio 25, 2008

Gosto muito do Outuno/Inverno carioca. Inicialmente porque não faz frio o suficiente para você ter aquecedores dentro de casa e se trancar nela. A temperatura fica ideal, friozinho gostoso, o Sol até arriscando umas aparições e se torna muito bom ficar sob seus raios.

Mas o que mais me atraí nessa época são as comidas. Sim, comer é muito bom e eu não poupo esforços para degustar aquilo que me dá prazer. Mesmo que depois eu fique com vontade de quebrar a balança em trocentos pedaços iguais.

Pergunto-me o que eu fiz para merecer isso: minha mãe fez espiga de milho e pinhão hoje. Tudo junto e tão misturado que estou devorando tudo.

Saudade eu tenho é das festas de rua (aquelas sem desfile de moda e funk). Crianças vestidas de caipira, com estalinhos dando sustos em todo mundo. Pescaria e as barraquinhas de comidas e bebidas. Ahhh… As comidas! Cuscuz, espiga de milho, sopa de ervilha, pé-de-moleque, cocada, quentão…

Não vejo a hora de pegar meu casaquinho e esperar junho/julho chegar!

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Bagunça organizada

Maio 22, 2008

Toda casa que se preze tem um quarto da bagunça. Quando não é o seu próprio quarto, existe um projetado exclusivamente para tal.

Todas as tralhas que você não quer mais espalhadas pela casa são encontradas nesse tal quarto. É um cômodo um tanto quanto obscuro, porque nunca sabemos o que pode ser visto/ouvido/sentido por lá.

O pior acontece quando você decide arrumar todas as tralhas, ver o que vale a pena continuar lá ocupando espaço ou não. Sai perna de boneca (algumas vezes a boneca inteira), desenhos liiindos de quando você estava aprendendo a segurar no lápis, desenhos e rabiscos igualmente lindos de quando você já sabia segurar no lápis, porta-retratos quebrado, pastas e mais pastas, livros, canetas/lápis até dizer chega, além de bichos das mais variadas espécies.

Por essas e outras que de vez em quando é bom dar uma organizada na bagunça e se livrar de algumas coisas, colocar para reciclar outras. E é exatamente isso que estou tentando me preparar para fazer, arrumar o quartinho.

Espero que o saldo disso seja positivo. Veremos.

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Caxias não, só gosto de educação.

Maio 21, 2008

Sempre admirei pessoas educadas, não aquelas politicamente corretas ou “caxias”. Educadas ao ponto de pedir licença ou agradecer, chamar de senhor/senhora/senhorita e esperar a hora de falar.

Quer me deixar desgostosa da vida? Só me empurrar para entrar primeiro no vagão do metro vazio ou passar por cima do meu prato para poder se servir de mais comida numa mesa de jantar. Sabe quando você se oferece para segurar a bolsa/pasta de alguém que está em pé no ônibus? Só não me agradecer por isso que eu fico sem a mínima vontade de oferecer meu querido colo para a próxima bolsa.

São atos tão simples que deveriam estar inseridos na educação de qualquer pessoa.

Outro dia recebi um “obrigada senhorita” que fiquei feliz o dia inteiro, o melhor é que não foi de nenhum senhor, foi de um ‘menino’ que deveria ter a minha idade ou, talvez, um pouco mais. Não é encantador?

Não é ser caxias, é apenas zelar por um mundo mais educado.

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Eventos aleatórios acontecem.

Março 28, 2008

Que rujam os tambores, soltem os cachorros e gritem desesperadamente porque… tchantchantchaaan… Eu voltei! Tudo bem, exagerei, aceito um “ah, que legal, você voltou.”

Aquele momento anterior de eu-preciso-escrever-para-não-esquecer-o-português passou, eu venho cada vez mais me empenhando em leituras e até cursinhos de gramática pela internet para que isso não aconteça. Ter uma prova em pleno domingo tediante também é um bom motivo.

A verdade seja dita, por mais que tenha ficado uns quatro meses longe desse mundo virtual, eu gosto de escrever. O tantão de e-mails que escrevi dava para lotar seis meses de blog. Ok, exagerei de novo.

Mas eu gosto de escrever sobre qualquer coisa aleatória.

Como a aula totalmente aleatória de probabilidade ontem o professor só falava sobre uma tal variável aleatória.

Ou então o senhor bom samaritano que me deu remédio no ônibus porque estava tossindo muito. Ou o menino que falou: “obrigada senhorita” para mim porque segurei a mochila dele. Ou a ‘senhorita’ que me ofereceu água porque estava tossindo muito também.

Inclusive, tudo isso aconteceu no ônibus, eu poderia escrever um blog só sobre histórias de ônibus. O único problema é que o assunto ficaria muito restrito e eu gosto de variedades, mudanças, assuntos aleatórios.

Muita aula de probabilidade na minha cabeça, se eu falar de distribuição uniforme, gama, Bernoulli não se assustem.

Parei. Os tambores já estão de ‘saco cheio’ e vocês leitores também.

Então é isso. Blog de novo, textos malucos no estilo eu-estou-falando-com-os-leitores como esse de novo e ainda continuarei chamando vocês de leitores como o Maurício de Souza me chamava quando eu lia os gibis da Turma da Mônica. Sempre gostei disso. Dos gibis. De chamar de leitores também.

 

Bye-bye.

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Identificação

Setembro 28, 2007

Parece até que foi eu que escrevi:

 ”Nunca tive recepções barulhentas no aeroporto ao voltar de uma viagem longa. E como fico feliz por não ter essa lembrança. Acho que o constrangimento seria maior que a felicidade de ver todo mundo ali, com peruca, apito, faixa e gritos. Gosto do amor dito baixinho, ao lado, no pé do ouvido, só pra mim, bem de perto. Acredito nas sutilezas e nos detalhes. Eles me encantam e me convencem mais. E ainda deixam um gosto de segredo e cumplicidade, que só eu e você sabemos. Em alguns casos, é bem melhor não ter mais 15 anos.”

Leia o texto completo aqui.

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Doce, doce, doce, a vida é um doce…

Setembro 27, 2007

Para criança tudo é festa, correr atrás de saquinhos cheios de guloseimas e, se der sorte, alguns brinquedinhos como a famosa bola de leite e os bambolês. Passar o dia inteiro na rua, com várias outras crianças e a cada saquinho novo, um sorriso maior no rosto.

Para a mãe é quase uma obrigação levar o filho à rua e acompanhá-lo, apesar de ser possível ver muitas crianças sozinhas correndo entre os carros, sem a noção do perigo. Mas o incrível é observar mães com crianças de colo, praticamente recém nascidas, correndo atrás de doces. Pergunto-me: crianças recém nascidas podem comer doces?!

Ok, ok. Deixo ela pegar os doces para sei-lá-quem-seja. Agora, gritar, brigar e bater? O que deveria ser uma “comemoração” ao dia de São Cosme e São Damião, além de uma grande diversão para as crianças, se torna um verdadeiro campo de batalha, cada uma com suas armas: o grito mais alto, aquela que corre mais, a mineirinha que só pega doces na encolha e não conta para ninguém… Enfim, a diversão se traduz a baixaria.

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Segunda-feira

Setembro 17, 2007

 

As 9 horas da manhã de uma segunda-feira remota, só tenho uma coisa a dizer: assistam Tropa de Elite. E digo mais, vale a pena pagar para ver no cinema por mais que todo mundo já tenha visto em casa.

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36 horas por dia

Setembro 1, 2007

Todo blogueiro que se prese tem (pelo menos) um post sobre tempo, ou melhor, sobre a falta dele. É mais do que normal que para pessoas que não trabalham com produção de texto ou lendo muitos tenham certa dificuldade com a atualização do blog.

Inclusive, pergunto-me por que eu, mera estudante na área de Ciências Exatas e que trabalha analisando números, tenho um blog. Gosto de escrever, mas não é todo dia que estou com tempo e paciência para tal (inspiração também me falta, às vezes).

Adoro a correria do dia-a-dia e essa falta de tempo, sinto-me útil e com mais disposição para enfrentar o próximo dia. Só tem um problema nisso tudo: onde arrumar um tempinho para pensar em algo útil (ou não) para atualizar isso.

Quando vou dormir é que mil ideias e pensamentos surgem na minha cabeça, mas sempre fico com preguiça de levantar e acender a luz para escrever, ou então de apagá-la depois.

Existe caneta com lanterna?

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Trying…

Agosto 26, 2007

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Eu juro que estou tentando…

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Férias é isso…

Julho 23, 2007

Minha irmã: Nossa, como é bom dormir…

Eu: Eu não gosto muito de dormir a tarde não. Fico cheia de preguiça para fazer as coisas depois.

Minha irmã: É, dá preguiça de acordar.