
Será que agora o governador percebe o quanto a UERJ precisa de ajuda?
Sem mais.


Será que agora o governador percebe o quanto a UERJ precisa de ajuda?
Sem mais.

Paulo César Chagas
11/09/2007 – Valor Online
As brigas e tramóias de Olavo (Wagner Moura) e Taís (Alessandra Negrini) versus Daniel (Fábio Assunção) e Paula (Alessandra Negrini) – Taís e Paula são gêmeas -, além de afetar o Grupo Cavalcante, tem respingado nos fundos de pensão brasileiros. A novela Paraíso
Tropical exibida pela TV Globo tem como um de seus núcleos a trama entre Olavo e Daniel, onde o primeiro tenta de todas as formas galgar o primeiro escalão do grupo, ocupado pelo segundo.
Na busca incessante pelo poder, Olavo arquitetou e concretizou a transferência de parte dos recursos financeiros do fundo de pensão criado pelo Grupo Cavalcante para uma conta no exterior, cujo titular é o Daniel. A transferência de recursos de empresa para pessoa física
no exterior não é nenhuma novidade, seja em nossos telejornais, seja em nossas telenovelas.
Na vida real, no entanto, Olavo teria sucesso nesta tramóia? Conseguiria transferir recursos financeiros de um fundo de pensão brasileiro para uma pessoa física no exterior? A resposta é não.
O entendimento desta afirmativa passa por algumas explicações relativas à estruturação da informação contábil dos fundos de pensão. Também é necessário abordar a importância da qualidade e veracidade das informações disponibilizadas aos participantes dessas entidades.
A qualidade da informação contábil nasce no desenho organizacional do Ministério da Previdência Social (MPS), onde o Conselho de Gestão de Previdência Complementar (CGPC), órgão legislador do segmento de fundos de pensão, tem em seu colegiado, presidido pelo ministro da Previdência, integrantes da esfera pública e privada, onde se destacaria o assento destinado a Associação Brasileira das Entidades de Previdência Privada (Abrapp). Ainda olhando a estrutura organizacional do MPS, percebe-se a existência da Secretaria de
Previdência Complementar (SPC), órgão fiscalizador do segmento.
O desenho organizacional dos fundos também exige obediência a conceitos de governança corporativa, risco operacional, conselho fiscal, “compliance”, risco de crédito, risco de mercado, planejamento de investimento, planejamento atuarial, entre outros fatores.
Na ficção escrita por Gilberto Braga, Daniel, após examinar os relatórios financeiros de seu fundo de pensão, confirma o desfalque e é informado pelo advogado do Grupo Cavalcante da possibilidade de ser punido pela fraude. Esta cena nos permite alegar por hipótese que Daniel é o responsável máximo pelo fundo de pensão e o que acontece é função direta de sua gestão, de sua vontade.
Na vida real dessas entidades, no entanto, esta cena teria dificuldade de ser filmada. Primeiro pela concepção do conceito de patrimônio dos fundos de pensão, isto é, o “dinheiro” pertencente ao fundo de pensão não guarda qualquer vinculo com o patrimônio da empresa patrocinadora – no caso, o Grupo Cavalcante – e sim com os empregados desta empresa empregadora.
Entretanto, cabe examinar outro fator que também vem demonstrar as diferenças entre a vida real daquela proposta pelo autor da novela. Na vida real, os fundos de pensão têm, por força de lei, uma estrutura organizacional que permite a participação tanto do patrocinador como do participante na gestão estratégica da entidade, inviabilizando, portanto, que a informação da fraude chegasse em primeira mão ao presidente do Grupo Cavalcante e não ao Conselho Deliberativo do fundo.
À luz da legislação vigente, o Conselho Deliberativo é o órgão máximo de um fundo de pensão, e caberá a este órgão definir, registrar e enviar ao órgão fiscalizador e a seus participantes a estratégia e aderência ao planejado, com os recursos financeiros para um período máximo de 12 meses. Ou seja, mesmo considerando que o Daniel fosse o diretor-presidente do fundo de pensão, seus atos estariam limitados à estratégia proposta pelo Conselho Deliberativo.
Como na vida real, os recursos financeiros de uma entidade fechada de previdência complementar são aplicados no mercado financeiro, renda fixa, variável, etc. Por força legal, esses recursos estariam custodiados em um agente credenciado pelo mercado. O ato de transformar ativos financeiros em espécie, por si só, afetaria o planejamento, acendendo, portanto, para todo o primeiro escalão do fundo uma luz, no mínimo amarela, de que não existe aderência entre o planejado e o realizado.
A qualidade da estrutura de informação contábil do segmento fechado de previdência complementar brasileiro não se esgota com estes exemplos. Na verdade, a preocupação foi de demonstrar que, como brasileiros, somos proprietários de um dos sistemas de previdência complementar mais seguro e transparente do mundo.
Paulo César Chagas é professor de Contabilidade de Previdência Complementar da Universidade Católica de Brasíli.

As novas regras da língua portuguesa devem começar a ser implementadas em 2008. Mudanças incluem fim do trema e devem mudar entre 0,5% e 2% do vocabulário brasileiro. Veja abaixo quais são as mudanças.
HÍFEN
Não se usará mais:
1. quando o segundo elemento começa com s ou r, devendo estas consoantes ser duplicadas, como em “antirreligioso”, “antissemita”, “contrarregra”, “infrassom”. Exceção: será mantido o hífen quando os prefixos terminam com r -ou seja, “hiper-”, “inter-” e “super-”- como em “hiper-requintado”, “inter-resistente” e “super-revista”
2. quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa com uma vogal diferente. Exemplos: “extraescolar”, “aeroespacial”, “autoestrada”
TREMA
Deixará de existir, a não ser em nomes próprios e seus derivados
ACENTO DIFERENCIAL
Não se usará mais para diferenciar:
1. “pára” (flexão do verbo parar) de “para” (preposição)
2. “péla” (flexão do verbo pelar) de “pela” (combinação da preposição com o artigo)
3. “pólo” (substantivo) de “polo” (combinação antiga e popular de “por” e “lo”)
4. “pélo” (flexão do verbo pelar), “pêlo” (substantivo) e “pelo” (combinação da preposição com o artigo)
5. “pêra” (substantivo – fruta), “péra” (substantivo arcaico – pedra) e “pera” (preposição arcaica)
ALFABETO
Passará a ter 26 letras, ao incorporar as letras “k”, “w” e “y”
ACENTO CIRCUNFLEXO
Não se usará mais:
1. nas terceiras pessoas do plural do presente do indicativo ou do subjuntivo dos verbos “crer”, “dar”, “ler”, “ver” e seus derivados. A grafia correta será “creem”, “deem”, “leem” e “veem”
2. em palavras terminados em hiato “oo”, como “enjôo” ou “vôo” -que se tornam “enjoo” e “voo”
ACENTO AGUDO
Não se usará mais:
1. nos ditongos abertos “ei” e “oi” de palavras paroxítonas, como “assembléia”, “idéia”, “heróica” e “jibóia”
2. nas palavras paroxítonas, com “i” e “u” tônicos, quando precedidos de ditongo. Exemplos: “feiúra” e “baiúca” passam a ser grafadas “feiura” e “baiuca”
3. nas formas verbais que têm o acento tônico na raiz, com “u” tônico precedido de “g” ou “q” e seguido de “e” ou “i”. Com isso, algumas poucas formas de verbos, como averigúe (averiguar), apazigúe (apaziguar) e argúem (arg(ü/u)ir), passam a ser grafadas averigue, apazigue, arguem
GRAFIA
No português lusitano:
1. desaparecerão o “c” e o “p” de palavras em que essas letras não são pronunciadas, como “acção”, “acto”, “adopção”, “óptimo” -que se tornam “ação”, “ato”, “adoção” e “ótimo”
2. será eliminado o “h” de palavras como “herva” e “húmido”, que serão grafadas como no Brasil -”erva” e “úmido”.
Fonte: Folha Online

É, estou! Ele é lindo, porém é um cachorro, literalmente! hehehe
Não aguentei, vi essa foto e me apaixonei mesmo! =)

- Au, au au, auuu!!!

Parece que virou moda igual aquela calça que está todo mundo usando. Desde a denúncia do caso da empregada doméstica Sirlei Dias Carvalho Pinto que foi agredida por cinco rapazes, mais casos apareceram exemplo o de uma prostituta identificada como Angela que prestou depoimento acusando também de agressão e roubo pelos mesmos cinco jovens.
Na madrugada desta sábado, uma prostituta foi agredida por três jovens na Avenida Atlântica, em Copacabana, Zona Sul do Rio.
E, como se não fosse o suficiente, o ator Rômulo Arantes Neto, que interpreta André em “Malhação”, foi acusado de agressão e roubo por uma prostituta. Dois travestis e dois amigos do ator – um deles seria o também ator Lui Mendes – também se envolveram no caso.
Além das questões “o que leva uma pessoa a fazer isso?” eu me pergunto: “será que isso sempre aconteceu, mas agora que as pessoas estão realmente denunciando?”. Talvez não seja uma modinha.
Assim como existem muitas mulheres que não denunciam seus maridos (questão obviamente mais complicada) podem existir muitos casos que não foram realizados denúncias.
Acompanhe o caso do ator: Testemunhas dizem não ter visto ator agredir prostituta

“Sou da época em que as crianças só matavam aula.” – Malvadinho


Não foi por coincidência, mas hoje, dia 07/07/2007 foram eleitas as Novas Sete Maravilhas do Mundo no Estádio da Luz em Lisboa, Portugal. Particularmente, gostei das que ganharam e, de fato, a Muralha da China mereceu o primeiro lugar. Além do nosso querido Cristo Redentor.
As 7 Novas Maravilhas do Mundo:
A Grande Muralha da China
Petra (Jordânia)
Cristo Redentor (Brasil)
Machu Picchu (Peru)
Pirâmide de Chichén Itzá (México)
Coliseu de Roma (Itália)
Taj Mahal (Índia)
E agora, vamos torcer para que a Floresta Amazônica entre para as Sete Maravilhas da Natureza.

“O cigarro foi, por muitos anos, um símbolo de luxo, satisfação e status social. Sua venda é motivada pela exploração de uma imagem estratégica, em promoção de festas, concertos e eventos esportivos, sempre ligada ao que está na moda”.

Desde criança, sempre odiei a fumaça do cigarro. Fedorenta, me sufoca um pouco, além de inconveniente. Adolescente gosta de experimentar coisas novas, acha que está abafando. Numa linda noite peguei um maldito e tentei fazer-alguma-coisa com ele, mas nem tragar eu consegui. Ainda bem, pois hoje sei seus malefícios para quem fuma e para quem está perto também (fumante passivo).
O que não falta são panfletos, cartazes e fotos (bem chocantes, alias) divulgando isso. Então, não é por falta de informação que as pessoas continuam a fumar.
“No Brasil, estima-se que cerca de 200.000 mortes/ano são decorrentes do tabagismo (OPAS, 2002). De acordo com o Inquérito Domiciliar sobre Comportamentos de Risco e Morbidade Referida de Doenças e Agravos Não Transmissíveis , realizado em 2002 e 2003, entre pessoas de 15 anos ou mais, residentes em 15 capitais brasileiras e no Distrito Federal, a prevalência de tabagismo variou de 12,9 a 25,2% nas cidades estudadas. Os homens apresentaram prevalências mais elevadas do que as mulheres em todas as capitais. Em Porto Alegre, encontram-se as maiores proporções de fumantes, tanto no sexo masculino quanto no feminino, e em Aracaju, as menores. Essa pesquisa também mostrou que a concentração de fumantes é maior entre as pessoas com menos de oito anos de estudo do que entre pessoas com oito ou mais anos de estudo. Em relação à prevalência de experimentação e uso de cigarro entre jovens, de acordo com estudo realizado entre escolares de 12 capitais brasileiras, nos anos de 2002-2003 (Vigescola ) a prevalência da experimentação nessas cidades variou de 36 a 58% no sexo masculino e de 31 a 55% no sexo feminino, enquanto a prevalência de escolares fumantes atuais variou de 11 a 27% no sexo masculino e 9 a 24% no feminino.”
Dia 31 de maio – Dia Mundial sem Tabaco
Aproveite para tentar parar de fumar! (E não faça parte de mais uma estátistica!)
Visite: Tabagismo – INCA