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E o Pan?

Agosto 3, 2007

 

É, acabou.

Tudo aquilo que se tornou assunto de várias “rodinhas” durante uns 2 anos, acabou. E passou tão rápido.

Apesar de estar pertinho aqui no Rio, não fui assisti a nenhuma modalidade. Uma pena. Até porque o Brasil teve várias conquistas e com certeza, onde tinha brasileiro, tinha alegria.

O momento tal na minha singela opinião foi o “oi” da galera ao escutar o mexicano Mario Vázquez Raña (presidente do Comitê Executivo da ODEPA) falar seu famoso “Hoy” (hoy – hoje em espanhol). Muito engraçado.

Além, claro, do Lula não falar na abertura. Caso que nem comento porque política geralmente causa muita polêmica.

Mas, para quem não sabe os Jogos Parapan-americanos Rio 2007 terá sua terceira edição e “a primeira que ocorre nos moldes das Paraolimpíadas: nas mesmas instalações de sua vertente olímpica e imediatamente após os jogos convencionais.” Serão realizados de 12 a 19 de agosto.

Acho muito importante que toda a mobilização tanto das autoridades quanto das pessoas que ocorreu durante os Jogos Pan-americanos também ocorra para esses. São tão importantes quanto.

No site dos Jogos Pan-Americanos Rio 2007 possui várias informações sobre o evento que, com certeza, eu não perderei.

 

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Parece piada, mas virou moda!

Julho 10, 2007

Parece que virou moda igual aquela calça que está todo mundo usando. Desde a denúncia do caso da empregada doméstica Sirlei Dias Carvalho Pinto que foi agredida por cinco rapazes, mais casos apareceram exemplo o de uma prostituta identificada como Angela que prestou depoimento acusando também de agressão e roubo pelos mesmos cinco jovens.
Na madrugada desta sábado, uma prostituta foi agredida por três jovens na Avenida Atlântica, em Copacabana, Zona Sul do Rio.
E, como se não fosse o suficiente, o ator Rômulo Arantes Neto, que interpreta André em “Malhação”, foi acusado de agressão e roubo por uma prostituta. Dois travestis e dois amigos do ator – um deles seria o também ator Lui Mendes – também se envolveram no caso.

Além das questões “o que leva uma pessoa a fazer isso?” eu me pergunto: “será que isso sempre aconteceu, mas agora que as pessoas estão realmente denunciando?”. Talvez não seja uma modinha.
Assim como existem muitas mulheres que não denunciam seus maridos (questão obviamente mais complicada) podem existir muitos casos que não foram realizados denúncias.

Acompanhe o caso do ator: Testemunhas dizem não ter visto ator agredir prostituta

 

“Sou da época em que as crianças só matavam aula.” – Malvadinho

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Uma desordem organizada. Ou seria uma ordem desorganizada?

Junho 23, 2007

Após uma grande pesquisa sobre a Teoria do Caos para um trabalho da faculdade cheguei a conclusão que, além do universo, eu sou um caos também.

Para quem não sabe, a teoria se baseia na idéia de que toda desordem possui uma ordem e uma ordem, uma desordem.

Ignorando as questões matemáticas e físicas que envolve o assunto, um dos melhores exemplos que li para explicar isso foi:

“uma pedra atirada numa piscina, as ondas geradas na queda da pedra se propagam até as margens, refletem e retornam, cruzando-se entre si e, portanto, interagindo. Continuando novamente as ondas vão às margens, porém, já distorcidas devido às reflexões anteriores e às interações ocasionadas pelos cruzamentos entre si. Neste momento começam já a ocorrer alguns movimentos aparentemente caóticos, porém ainda previsíveis porque são padrões cíclicos das ondas. Mas se começarmos a jogar pedras aleatoriamente na mesma piscina, quanto mais jogarmos, mais caótico será o padrão das ondas na superfície. Imaginemos agora que no fundo desta piscina exista areia finíssima, apesar dos movimentos aleatórios na superfície, no fundo haverá determinados padrões na areia, caóticos sim, mas seguirão a um padrão de ondas de diversas formas, tamanhos, alturas, estas mudarão à medida que a superfície muda, porém apesar de todo o caos dos movimentos, é reconhecido um padrão cíclico.”

Pois bem, eu, Inara, mera estudante e aspirante a adulta, sou um caos. Chegar a essa conclusão não é fácil e eu já estou vendo borboletinhas na minha cabeça (ou seriam macaquinhos?)

Entenda essa piada infame aqui.

Todos os meus pensamentos se confudem, diante de muitas opções a bagunça está feita. Indesição é meu forte e (infelizmente) não posso negar. Mas de uma coisa eu tenho certeza: mesmo assim, faço decisões conscientes e satisfaço minhas espectativas! ;)

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Dia Mundial sem Tabaco

Maio 31, 2007

  “O cigarro foi, por muitos anos, um símbolo de luxo, satisfação e status social. Sua venda é motivada pela exploração de uma imagem estratégica, em promoção de festas, concertos e eventos esportivos, sempre ligada ao que está na moda”.

 

Desde criança, sempre odiei a fumaça do cigarro. Fedorenta, me sufoca um pouco, além de inconveniente. Adolescente gosta de experimentar coisas novas, acha que está abafando. Numa linda noite peguei um maldito e tentei fazer-alguma-coisa com ele, mas nem tragar eu consegui. Ainda bem, pois hoje sei seus malefícios para quem fuma e para quem está perto também (fumante passivo).

O que não falta são panfletos, cartazes e fotos (bem chocantes, alias) divulgando isso. Então, não é por falta de informação que as pessoas continuam a fumar.

“No Brasil, estima-se que cerca de 200.000 mortes/ano são decorrentes do tabagismo (OPAS, 2002). De acordo com o Inquérito Domiciliar sobre Comportamentos de Risco e Morbidade Referida de Doenças e Agravos Não Transmissíveis , realizado em 2002 e 2003, entre pessoas de 15 anos ou mais, residentes em 15 capitais brasileiras e no Distrito Federal, a prevalência de tabagismo variou de 12,9 a 25,2% nas cidades estudadas. Os homens apresentaram prevalências mais elevadas do que as mulheres em todas as capitais. Em Porto Alegre, encontram-se as maiores proporções de fumantes, tanto no sexo masculino quanto no feminino, e em Aracaju, as menores. Essa pesquisa também mostrou que a concentração de fumantes é maior entre as pessoas com menos de oito anos de estudo do que entre pessoas com oito ou mais anos de estudo. Em relação à prevalência de experimentação e uso de cigarro entre jovens, de acordo com estudo realizado entre escolares de 12 capitais brasileiras, nos anos de 2002-2003 (Vigescola ) a prevalência da experimentação nessas cidades variou de 36 a 58% no sexo masculino e de 31 a 55% no sexo feminino, enquanto a prevalência de escolares fumantes atuais variou de 11 a 27% no sexo masculino e 9 a 24% no feminino.”

 

Dia 31 de maio – Dia Mundial sem Tabaco

Aproveite para tentar parar de fumar! (E não faça parte de mais uma estátistica!)

:)

 

 Visite: Tabagismo – INCA